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A mostrar mensagens de Outubro, 2011

Digam não à mudança da hora!

Se, tal como eu, te questionas sobre a real necessidade de efectuar mudanças de hora de 6 em 6 meses, talvez devas ler a petição que se segue: Não à mudança de hora!

Para além dos comprovados estados depressivos em que mete o pessoal, temos de gastar mais energia durante mais uma hora de actividade... tv, cabo, net, computador, aquecimentos... Alguém se enche à grande com isto. Raios partam as companhias de electricidade, gás e afins!
E a malfadada ideia de se actualizar a hora para ser como a Europa tem realmente muito que se lhe diga. Será que nem na porcaria do relógio nós temos personalidade?

E digo não a mais mudanças na hora! E tu?


Les Aventures de Spétalus... e eventualmente Cómlius - A Rave de Dromedarialot!

Corria o ano de não sei quantos. Na corte do afamado Rei Fartur'as decidia-se o futuro de todo um reino. Ao lado do anfitrião, os bravos cavaleiros da távola dodecaedrica dormiam pesadamente após uma valente feijoada à transmontana. Nem uma agulha bulia... até ela estava embosnada de tanto enfardar. No exterior do castelo, as tropas do vil Merdread acampavam e mantinham o seu cerco ao castelo de Dromedariot. Merdlin era provavelmente a única criatura com complacência pulmonar suficiente para avaliar a perigosa situação de todo o reino. Ele sabia que Dromedariot estaria perdida caso não houvesse uma qualquer alteração no status quo. Assim, invocou os espíritos celtas, enrolou um valente charro, fumou-o como se não houvesse mais um dia na sua vida e deitou-se a dormir.
- "Merdlin!... Oh Merdlin!" - "Quem me chama? Sois vós apaziguadores espíritos do grande reino celta?" - "Não Merdlin... tens mais duas hipóteses!" - "Então é a fada Oriana?" -…

Saudosismos

Ai que saudades que eu tenho de umas boas almôndegas espaciais... Se ao menos os lipampos e as salimpas fossem bons para algo mais que não fritar, ainda marchava qualquer coisa interessante. Resta-me o contentamento de duas sandes de cravis... e o doce crepitar de um certo tipo de variedade de castanhas jupiterianas.

Traparia

Não consigo compreender a utilidade dos panos de cozinha. Não me refiro àqueles a que limpamos a louça ou as mãos, mas sim aos panos azuis/amarelos que pululam nos lava-loiças de cada casa. Ora, segundo consegui apurar, a sua função prende-se essencialmente por manter uma série de apetrechos culinários limpos assim como bancadas de cozinha e afins. Contudo, esses ditos panos apresentam sempre um aspecto pouco saudável e um tanto ou quanto deslavado.
Assim, pergunto-me: Como poderei eu confiar num objecto bafiento e portador de mil e uma maleitas esquisitas (no caso de me lembrar de utilizar para limpar a língua) para efectuar algum tipo de limpezas?
Já alguma vez indagaram sobre as capitais de microorganismos... aliás, as metrópoles mundiais de bactérias suspeitas de diversos assassinatos que habitam cada milímetro quadrado de pano? É correcto afirmar que há sempre a possibilidade de lavar o pano com os mais diversos detergentes, mas dá-me a sensação que o mau aspecto veio mesmo para…